Para TST, companhia aérea não é responsável por quadro depressivo desenvolvido por comissária de bordo

O caso foi analisado e julgado pela 1ª Turma do TST. Assim, ao afastar a responsabilidade atribuída erroneamente a companhia aérea, o colegiado entendeu que a depressão desenvolvida pela funcionária decorreu do afastamento dos filhos e não do trabalho exercido por ela.


A decisão foi fundamentada por laudo médico pericial, o qual concluiu que, “apesar de a comissária atribuir ao trabalho o seu quadro depressivo, não houvera, em seu relato, nenhuma situação que pudesse ser considerada como fator desencadeante laboral para a depressão”.

Fonte: TST