Justiça NÃO reconhece vínculo empregatício entre carregador de bagagens e aeroporto

A solicitação foi feita por um trabalhador, que alegou ter sido contratado pelo ente público há 18 anos

Em sua defesa, o aeroporto afirmou que firmado um acordo de concessão com uma equipe pelo direito de prestar serviços de manuseio de bagagens dentro da área

De acordo com testemunhas, os carregadores não recebiam pagamento da reclamada, e eram remunerados a base de gorjetas

Para os ministros, a atitude afasta a “onerosidade” do serviço, o que afasta a relação empregatícia típica nos termos da CLT